Arquivo mensal: janeiro 2014

Mein erstes Deutschheft

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Assunto da aula: um tema que já comentei aqui no blog (digite JA/NEIN/DOCH na ferramenta “procurar”; você poderá ler, ou relembrar, a historinha que acompanha este assunto) ..

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Die erste Woche

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A primeira semana de trabalho no restaurante grego foi marcado basicamente por três coisas: muito vocabulário novo (como eu já citei no post anterior), choro (por cortar quilos e quilos de cebola) e muitos cortes nas mãos! Das três, com certeza os cortes foram o pior … imaginem lasquinhas de dedos cortados por facas afiadíssimas com as quais eu não estava acostumada. Ainda estava aprendendo a manuseá-las. Parar de trabalhar por causa disso? Nem pensar! O jeito era fazer curativos provisórios (que eu trocava a cada meia hora ou menos, dependendo do sangramento) pra aguentar as mãos ardendo … ir em frente e aprender o mais rápido possível a conhecer (e respeitar!) os instrumentos de trabalho, né?

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schneiden 2

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Die Küchenhilfe

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Comecei super entusiasmada no restaurante grego, afinal de contas, meu novo emprego me dava a oportunidade de ganhar mais por hora, trabalhar menos e ter um horário que não atrapalhava os meus estudos.

Nos primeiros dias, muita coisa pra aprender … muita coisa mesmo! Não só sobre comidas, limpeza, preparação de legumes, sobremesas e tal, mas também vocabulário novo!  Sim, sim, sim! “Cortar”, “picar”, “lavar”, “fatiar”, “fritar”, “assar”, “misturar”, “amassar”, “temperar” … um monte de palavras que eu não conhecia, nunca tinha ouvido nem usado (por pura falta de contexto!)!

Diferentemente do restaurante italiano, onde eu só lavava panelas e frigideiras, no restaurante grego eu também tinha que deixar tudo preparado para o turno seguinte: lavar legumes e verduras, picar, preparar a massa da PITA, buscar ingredientes na despensa (um local à parte), deixando paralelamente tudo limpinho e arrumado, claro, né? Principalmente nos fins de semana. Não era fácil, mas o número de horas por dia  – eram quatro horas diárias, exceto aos sábados e domingos, dias de mais movimento em que era necessário ficar um pouco mais por conta da faxina mais pesada – era razoável para o tipo de trabalho.

Bom, na minha jornada de aproximadamente 7 meses nesse restaurante tive várias experiências boas e ruins. Aos poucos vou contando …

Küchenhilfe

aufgaben einer küchenhilfe

Deem uma olhada no link abaixo, com perguntas e respostas informais de internautas sobre esse tipo de trabalho:

http://www.gutefrage.net/frage/was-genau-macht-eine-kuechenhilfe-

Der Fahrplan oder am Automaten

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A primeira vez em que usei a estação ferroviária na Alemanha (lá atrás, quando ainda estava em Owingen e fui para Stuttgart e Tübingen procurar novos horizontes, lembram? Contei lá no post “Der Weg”) foi muito impactante.

Imaginem estar numa estação, sozinha, nenhum outro passageiro por lá, nenhuma alma viva nas plataformas, nada! Bom, eu precisava comprar a passagem e não tinha a mínima ideia de como fazer isso. Parece uma coisa tão besta, né? Pois é, mas quando a gente está num ambiente desconhecido …

Bom, fiquei olhando, olhando e olhando ao meu redor, tentando achar alguma placa (que eu entendesse), e eis que vejo uma onde estava escrito “INFORMATIONEN”. Uau! Era tudo o que eu precisava!

Fui andando na direção da placa. Quando chego, eis que vejo um painel enorme. Ãhn? Cadê a pessoa? Pois é, era isso. Só isso.

Um Gottes Willen, que que eu faço com esse painel enorme cheio de palavras, letras, números, horários, códigos? Bom, vamos lá … não adianta entrar em pânico. Calma, muita calma nessa hora. Calma, intuição, paciência, dedução, sorte …  meio que chutei, apertei os botõezinhos da máquina ao lado do painel e lá fui eu! Uhu! Deu certo!

fahrplan

automaten