Arquivo mensal: janeiro 2015

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Boa notícia!

 fratz und freunde

 http://www.dw.de/turma-da-m%C3%B4nica-quer-conquistar-o-p%C3%BAblico-europeu/av-18207330

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Das Wasser

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Com todos esses problemas que estamos enfrentando com a falta de água, me lembrei de como foram as minhas experiências com a água na Alemanha. No post “Der Sprudel” já comentei sobre a água com gás, lembram? Pois é, mas há outros aspectos interessantes sobre esse tema quando se vive lá.

Depois de resolver o aspecto da sede, senti na pele (literalmente) os efeitos das águas germânicas. Naquela época a água continha muito cal (ou será calcáreo?), de modo que quase sempre saía quase branca da torneira. Pra limpar pias e banheiras era necessário comprar um produto de limpeza especial, caso contrário … não saía de jeito nenhum! Algumas pessoas tomavam água da torneira, mas eu nem me atrevia a pensar nisso! Hoje em dia sei que é seguro tomar essa água, o que aliás acaba sendo muito prático, né? É só pegar o seu copo ou a sua garrafinha e encher direto na torneira, e, ainda por cima, a água sai fresquinha!

Bom, mas voltando aos efeitos da água na pele, com o passar das semanas comecei a perceber minha pele extremamente ressecada, quase rachando. Além disso, meu cabelo, que é naturalmente encaracolado, foi ficando liso. E ainda começou a cair! Nossa, ficou com uma textura e volume muito diferentes!

O que fazer? Em primeiro lugar, tive que descobrir a causa, mas isso foi fácil durante conversas com amigos brasileiros e alemães. A partir daí, a tática era comprar shampoos e cremes hidratantes “potentes”, e evitar banhos de banheira, o que foi fácil, porque nunca curti muito. Porém, quantos aos cachos, não teve jeito: meu cabelo mudou para levemente ondulado.

Mas com relação ao uso da água, que tanto tem sido contestado, discutido e avaliado no momento, preciso dizer que na Alemanha, acho que desde sempre, não se desperdiça água de jeito nenhum (aliás, nem comida; num próximo post conto minha experiência numa casa de família onde trabalhei). Os banhos são curtos, não se lava calçada nem quintal, não se usa mangueira; na cozinha, nos banheiros, na limpeza da casa, enfim, em todo lugar a água é medida. Aprendi muito lá sobre o seu uso consciente, assim como de outras coisas como papel, por exemplo. Grande aprendizado que apliquei e aplico há muuuuitos anos!

wasser

Der Radweg

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Uma das coisas que mais que surpreenderam e encantaram na Alemanha foi a quantidade de bicicletas transitando por toda parte. E isso há mais de 20 anos! Mas eu nem imaginava que tivesse sido tão difícil a aceitação desse meio de transporte, assim como acontece hoje ainda no Brasil.

Um pouco da história das ciclovias na Alemanha:

 radweg 1

radweg 2

radweg 3

 http://www.dw.de/como-no-brasil-ciclovias-tamb%C3%A9m-enfrentaram-resist%C3%AAncia-na-alemanha/a-18196658

 

Der Tannenbaum

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Hora de reciclar as árvores de Natal na Alemanha. Vejam só como é feito o processo! Também conheço o método de re-plantio do pinheiro …

 tannenbaum

 http://www.dw.de/alem%C3%A3es-reciclam-pinheiros-de-natal/av-18172518

Der Taxifahrer

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Bom, mas voltando à novela do tendão … mesmo atarantada com a situação, perna engessada e volta programada ao hospital no dia seguinte para passar por uma cirurgia, o jeito naquele momento era chamar um táxi e ir pra casa. No caminho fui digerindo os fatos e contando ao motorista o que tinha acontecido, porque ele me viu tão perdida que perguntou se eu estava “bem”. Fui contando e quando chegamos me caiu a ficha de que eu morava no 3. andar, tinha muita escada pra subir e eu não podia pisar com o pé esquerdo! A perna estava engessada até pouco abaixo do joelho. O je! E agora?

O taxista me olhava e eu olhava pra ele. Silêncio. Como é que a senhora pretende subir? Então, ahn, também não sei … acho que vou precisar da sua ajuda. E lá foi aquele homem, de cujo gesto eu nunca mais me esqueci, me carregando escadas acima, até chegar no 2. andar, onde a escada a partir daí era de madeira bem antiga e se tornava bem estreita … eu, morrendo de medo de despencar, e o taxista, trêmulo … ai ai ai … e mais um pouco, até o 3. andar, o taxista transpirando, eu MORRENDO de medo de me machucar …

 

taxi