Die Freiheit

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Nos primeiros meses de Alemanha estranhei, entre outras coisas já citadas aqui, um fato muito inusitado, talvez, para você que está lendo este post: nenhum homem reparava em mim na rua. Isso mesmo. NENHUM homem ficava olhando, secando, dizendo besteiras, me assediando de qualquer maneira que fosse. Não só na rua, mas em qualquer lugar que eu fosse. Minha primeira sensação: não sou mais mulher, virei um poste! Por incrível que pareça, de tão entranhado que estava o assédio vivido em pelo menos 14 dos meus quase 24 anos na época, fiquei com a pulga atrás da orelha mesmo …

Me questionei, comentei com amigos brasileiros e amigas brasileiras, e, pouco a pouco, fui aprendendo a sentir a liberdade de ser uma mulher que podia ir e vir a qualquer hora do dia e da noite sem ser importunada, que podia se vestir do jeito que quisesse, enfim, ser eu mesma, me “exercer” livremente sem ser nunca julgada!

Essa  foi uma das  descobertas que mais me  marcou na minha vida lá, e uma  das que mais sinto falta aqui, infelizmente …

corrente quebrada

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