Der Taxifahrer

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Bom, mas voltando à novela do tendão … mesmo atarantada com a situação, perna engessada e volta programada ao hospital no dia seguinte para passar por uma cirurgia, o jeito naquele momento era chamar um táxi e ir pra casa. No caminho fui digerindo os fatos e contando ao motorista o que tinha acontecido, porque ele me viu tão perdida que perguntou se eu estava “bem”. Fui contando e quando chegamos me caiu a ficha de que eu morava no 3. andar, tinha muita escada pra subir e eu não podia pisar com o pé esquerdo! A perna estava engessada até pouco abaixo do joelho. O je! E agora?

O taxista me olhava e eu olhava pra ele. Silêncio. Como é que a senhora pretende subir? Então, ahn, também não sei … acho que vou precisar da sua ajuda. E lá foi aquele homem, de cujo gesto eu nunca mais me esqueci, me carregando escadas acima, até chegar no 2. andar, onde a escada a partir daí era de madeira bem antiga e se tornava bem estreita … eu, morrendo de medo de despencar, e o taxista, trêmulo … ai ai ai … e mais um pouco, até o 3. andar, o taxista transpirando, eu MORRENDO de medo de me machucar …

 

taxi

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