Der Rotwein

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Foi com vinho tinto que vivenciei o meu primeiro pileque!

Eis que um dia fui convidada a uma reunião de amigos em Owingen. Lá fui eu. Todos adultos, muitos já casados e tal. Chegando na casa, Menschenskind! Quanta comida naquela mesa!

Na ja, fomos entrando (uma amiga e eu), fui sendo apresentada, até que me sentei perto de um grupo. Tentamos conversar um pouco, eu me esforçando ao máximo pra entender aquela pronúncia misturado com o dialeto … ufa, que difícil … mas deu pra bater um papinho.

Foi durante esse papinho que me serviram vinho tinto. Embora eu tenha tentado dizer desesperadamente que não bebia, parece que não me expressei bem. Encheram a taça. Bom, então tá, né? Vou dar uma bicadinha só por educação.

Aí foram mais umas bicadinhas (não tinha nada pra fazer mesmo, né?), o povo completando a taça e eu cada vez me esforçando mais pra falar que não queria, “Danke!”, gente, mas cada vez mais ficava complicado me expressar … acho que em qualquer língua, nessa altura …

O olhinho já tava quase fechando, quando consegui pedir para a minha amiga me levar embora. “Ok, ich fahre dich nach Hause” (acho que foi isso que ela disse), mas, quando me levantei, só consegui dar uns 3 passos … e caí!

Liebe Leser, se vocês soubessem o ataque de riso que me deu naquela hora! Era só isso que eu conseguia fazer, rir, gargalhar!

Agora tentem descobrir como a história terminou …

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Sobre frausantana

Professora de alemão há mais de 20 anos, apaixonada pela língua alemã, pelo país, pelo povo ... pelos pães, pelos bolos ... Formada em Letras pela UNICAMP, licenciada em Alemão pela UFPR, estudou língua e literatura alemãs na Universidade de Tübingen e Tradução na Universidade de Heidelberg. GDS pelo Instituto Goethe.

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  1. Bom, pareçe que temos algo em comum, aconteteceu a mesma coisa comigo, e a única coisa que me lembro, foi o dono da casa me levando para o quarto, e deixando uma bacia perto da cama, nem preciso dizer para o que era a bacia né?, desta noite em diante, nunca mais tomei vinho, e olha que já se passaram muitos anos, mas não consigo esqueçer da cerveja, o coisa boa, e sempre que eu posso tomo uma cerveja paulaner

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    • Haha, que engraçado! Bom, no meu caso eu fiquei lúcida até pegar no sono (rindo, mas lúcida!), e no dia seguinte não senti absolutamente nada de ruim. Só o constrangimento pela situação que passei na frente de todo mundo na festa!
      Um abraço! Prosit!

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